segunda-feira, 12 de março de 2012

ALUNOS | O que é uma vida bem vivida

Nadine Stair, escritora norte-americana, traduz em um de seus textos a dor de uma vida mal vivida. “Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Correria mais riscos, viajaria mais (...)”

Esse arrependimento descrito no contexto da literatura acaba de ganhar uma comprovação científica, no livro “Os cinco maiores arrependimentos à beira da morte”, da enfermeira australiana Bronnie Ware. Ela descobriu entre vários doentes terminais que o que mais lhes dói é o sentimento de não ter aproveitado a passagem pela Terra.

Eis um paradoxo do mundo contemporâneo. Ao mesmo tempo em que se criam tecnologias para o conforto das pessoas, a sensação de que não se desfrutou adequadamente da vida aflige a humanidade. Números da OIT (Organização Internacional do Trabalho) ajudam a explicar isso: só 8% dos trabalhadores no mundo são felizes em seus empregos, um indicativo de que algo está errado.

Viver bem é possível. Assim como viver para o bem é possível. E o melhor ambiente para formar um ser humano mais feliz é na educação, tanto familiar quanto escolar. Fomentar cidadãos que se conheçam de fato, que alicercem seus projetos de vida em valores e que enxerguem sentido no que fazem é o caminho para uma existência verdadeiramente autônoma, capaz de ver realização nas horas trabalhadas e planejar o lazer e a convivência de forma equilibrada e saudável.

A OPEE tem essa crença em seu alicerce. Nosso material, desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o terceiro do Médio, trabalha para formar profissionais realizados e pessoas felizes, alinhando escola, aluno, família e sociedade.

VOCÊ, ALUNO, que tem muita vida pela frente, o que planeja para evitar arrependimentos futuros? Você pensa em mudar a realidade atual? Pois saiba que a maior mudança começa dentro de você, dentro de sua geração e de sua juventude.

PROFESSORES | O que é uma vida bem vivida

Nadine Stair, escritora norte-americana, traduz em um de seus textos a dor de uma vida mal vivida. “Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Correria mais riscos, viajaria mais (...)”

Esse arrependimento descrito no contexto da literatura acaba de ganhar uma comprovação científica, no livro “Os cinco maiores arrependimentos à beira da morte”, da enfermeira australiana Bronnie Ware. Ela descobriu entre vários doentes terminais que o que mais lhes dói é o sentimento de não ter aproveitado a passagem pela Terra.

Eis um paradoxo do mundo contemporâneo. Ao mesmo tempo em que se criam tecnologias para o conforto das pessoas, a sensação de que não se desfrutou adequadamente da vida aflige a humanidade. Números da OIT (Organização Internacional do Trabalho) ajudam a explicar isso: só 8% dos trabalhadores no mundo são felizes em seus empregos, um indicativo de que algo está errado.

Viver bem é possível. Assim como viver para o bem é possível. E o melhor ambiente para formar um ser humano mais feliz é na educação, tanto familiar quanto escolar. Fomentar cidadãos que se conheçam de fato, que alicercem seus projetos de vida em valores e que enxerguem sentido no que fazem é o caminho para uma existência verdadeiramente autônoma, capaz de ver realização nas horas trabalhadas e planejar o lazer e a convivência de forma equilibrada e saudável.

A OPEE tem essa crença em seu alicerce. Nosso material, desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o terceiro do Médio, trabalha para formar profissionais realizados e pessoas felizes, alinhando escola, aluno, família e sociedade.

VOCÊ, PROFESSOR, mostra para o seu aluno que é possível viver uma vida que evite arrependimentos? Que é possível manter os sonhos vivos? Que a mudança que se quer para a realidade começa dentro de cada um? Você dá esse exemplo ao seu aluno com sua própria postura?

PAIS | O que é uma vida bem vivida

Nadine Stair, escritora norte-americana, traduz em um de seus textos a dor de uma vida mal vivida. “Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros. Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais. Correria mais riscos, viajaria mais (...)”

Esse arrependimento descrito no contexto da literatura acaba de ganhar uma comprovação científica, no livro “Os cinco maiores arrependimentos à beira da morte”, da enfermeira australiana Bronnie Ware. Ela descobriu entre vários doentes terminais que o que mais lhes dói é o sentimento de não ter aproveitado a passagem pela Terra.

Eis um paradoxo do mundo contemporâneo. Ao mesmo tempo em que se criam tecnologias para o conforto das pessoas, a sensação de que não se desfrutou adequadamente da vida aflige a humanidade. Números da OIT (Organização Internacional do Trabalho) ajudam a explicar isso: só 8% dos trabalhadores no mundo são felizes em seus empregos, um indicativo de que algo está errado.

Viver bem é possível. Assim como viver para o bem é possível. E o melhor ambiente para formar um ser humano mais feliz é na educação, tanto familiar quanto escolar. Fomentar cidadãos que se conheçam de fato, que alicercem seus projetos de vida em valores e que enxerguem sentido no que fazem é o caminho para uma existência verdadeiramente autônoma, capaz de ver realização nas horas trabalhadas e planejar o lazer e a convivência de forma equilibrada e saudável.

A OPEE tem essa crença em seu alicerce. Nosso material, desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o terceiro do Médio, trabalha para formar profissionais realizados e pessoas felizes, alinhando escola, aluno, família e sociedade.

VOCÊ, PAI/MÃE, que exemplo dá para seu filho sobre o seu trabalho? Você se mostra para ele um profissional realizado, ou reclama constantemente na frente dele? A imagem que você passa é a primeira impressão que seu filho terá sobre o mundo dos adultos. E nos momentos de lazer, você aproveita a convivência com a família?

quinta-feira, 8 de março de 2012

MULHER, A FORÇA QUE NÃO É BRUTA

Poderíamos citar muitas estatísticas mundiais e brasileiras provando que a revolução feminina é uma das maiores da história da humanidade. Mas isso seria pouco e quase óbvio.

Mais importante que os números é o sentido e o resultado disso tudo. O sentido de a mulher provar a cada dia, como canta Rita Lee em ‘Pagu’, que sua força não é bruta. E, não sendo bruta, é maior. O resultado: um mundo com mais sensibilidade, discernimento e charme.

Este ser que já foi chamado de frágil, mas que nasce com a capacidade de gerar vida dentro de si e dar a uma outra pessoa a luz da existência, conquistou também o direito de escolher, de criar, de decidir e de liderar, sem deixar de lado atributos milenares da condição feminina. Eis, portanto, uma múltipla empreendedora.

A você, mulher, que mais que dar vida acolhe, educa, encaminha e instiga ao saber, nossa admiração.

quinta-feira, 1 de março de 2012

ESTE BLOG | MAIS VIDA AOS PROJETOS DE VIDA

Este blog é um espaço de ideias para vitalizar estudos, aulas e interação entre família e alunos. Aqui, além de estarem as newsletters que disparamos para as escolas conveniadas à Metodologia OPEE (um arquivo para facilitar seu uso), estão vídeos utilizados em nossas palestras, propostas de dinâmicas, testes e outras ideias que podem ajudar na formação de projetos de vida.

Nosso propósito é que esta nova mídia seja um novo aliado na educação humanística, para professores, alunos e familiares que participam da formação do cidadão autônomo e pleno de valores indispensáveis ao homem contemporâneo.

Além do OPEE MAIS, temos o blog VitrineOPEE (www.vitrineopee.blogspot.com), que traz depoimentos de professores e alunos sobre o uso da metodologia em salas de aulas.

Abaixo, nosso vídeo institucional


Bom trabalho!

Equipe OPEE

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PAIS | SUPERBEBÊS?

A possibilidade de criar bebês menos suscetíveis aos “perigos” mundanos já foi tema das obras de Hollywood. No filme “Gatacca – A experiência genética”, por exemplo, feito antes dos anos 2000 por Andrew Niccol, mostrava-se uma realidade em que pessoas geneticamente preparadas disputavam espaço com humanos “naturais”. E, claro, criava-se um contexto de verdadeiro apartheid genético, em que humanos “de laboratório” acabavam vencendo.

A revista Superinteressante deste mês traz esse tema à pauta, com um diferencial em relação ao filme: da ficção, tais possibilidades chegam à vida real. Diz a publicação que “eles serão projetados por cientistas, terão imunidade contra doenças e a aparência que os pais escolherem. Conheça os bebês de laboratório – porque um dia você vai ter um. E eles já começaram a nascer”, convida a revista.

Levanta-se aqui uma enorme discussão ética. Seria a busca por filhos ditos “perfeitos” uma causa relevante para nós? Considerando efeitos nocivos da superproteção que muitos pais de hoje adotam para educar seus filhos, a possibilidade de criar bebês programados em laboratório não seria um passo ainda mais perigoso?

O autor da Metodologia OPEE, prof. Leo Fraiman, comenta sobre isso. “É justamente esse desejo de ter mais, ser mais e poder mais que tem levado nossas crianças e adolescentes a sentirem que o mundo lhes deve. Precisamos menos de seres perfeitos e mais de educação para lidarmos com as frustrações da vida real, que tanto nos ensinam. Na tentativa de blindar a vida dos filhos, os pais lhes tiram o mérito de fazerem por si. Nem Deus, o todo poderoso, nos deu tudo... Justamente por crer que devemos nos lapidar e, nos momentos em que fazemos as coisas com amor, trazermos luz e divindade à vida.”

VOCÊ, PAI/MÃE, o que pensa sobre o real sentido da paternidade ou maternidade? Criamos filhos para a perfeição ou para a descoberta dos valores éticos, aprendendo pela superação das dificuldades e desafios inerentes à vida?

PROFESSORES | SUPERBEBÊS?

A possibilidade de criar bebês menos suscetíveis aos “perigos” mundanos já foi tema das obras de Hollywood. No filme “Gatacca – A experiência genética”, por exemplo, feito antes dos anos 2000 por Andrew Niccol, mostrava-se uma realidade em que pessoas geneticamente preparadas disputavam espaço com humanos “naturais”. E, claro, criava-se um contexto de verdadeiro apartheid genético, em que humanos “de laboratório” acabavam vencendo.

A revista Superinteressante deste mês traz esse tema à pauta, com um diferencial em relação ao filme: da ficção, tais possibilidades chegam à vida real. Diz a publicação que “eles serão projetados por cientistas, terão imunidade contra doenças e a aparência que os pais escolherem. Conheça os bebês de laboratório – porque um dia você vai ter um. E eles já começaram a nascer”, convida a revista.

Levanta-se aqui uma enorme discussão ética. Seria a busca por filhos ditos “perfeitos” uma causa relevante para nós? Considerando efeitos nocivos da superproteção que muitos pais de hoje adotam para educar seus filhos, a possibilidade de criar bebês programados em laboratório não seria um passo ainda mais perigoso?

O autor da Metodologia OPEE, prof. Leo Fraiman, comenta sobre isso. “É justamente esse desejo de ter mais, ser mais e poder mais que tem levado nossas crianças e adolescentes a sentirem que o mundo lhes deve. Precisamos menos de seres perfeitos e mais de educação para lidarmos com as frustrações da vida real, que tanto nos ensinam. Na tentativa de blindar a vida dos filhos, os pais lhes tiram o mérito de fazerem por si. Nem Deus, o todo poderoso, nos deu tudo... Justamente por crer que devemos nos lapidar e, nos momentos em que fazemos as coisas com amor, trazermos luz e divindade à vida.”

VOCÊ, PROFESSOR, o que pensa sobre a busca pela perfeição na sociedade, que se vê em inúmeras manifestações humanas? Você busca um aluno perfeito? Ou estimula que ele aprenda a evoluir por meio da superação constante?