segunda-feira, 2 de abril de 2012

O TER, O SER E O TECER - PAIS

Você já teve a sensação de que está faltando alguma coisa para ser plenamente feliz e satisfeito? Pois, acalme-se. Esse sentimento atinge grande parte da humanidade em tempos contemporâneos. Mais que isso: vencer essa situação é dos maiores desafios nos dias de hoje.

A sociedade de consumo nos estimula a ter cada vez mais. Aquele tênis comprado no mês passado já não satisfaz tanto quanto o que acabou de ser lançado e sempre somos convidados a adquirir mais e mais. Por outro lado, a aquisição de um bem material não supre totalmente esse desejo, pois muito em breve novamente seremos estimulados a adquirir outros.

Soma-se a isso uma demanda crescente pela competição. São os estudos curriculares, os cursos extracurriculares, as capacitações, as especializações, os diferenciais diversos etc. Sem contar o necessário espaço do lazer e do descanso. Parece que sempre estamos em débito com a vida e a vida, por sua vez, em débito conosco.

Esse tema foi capa da revista ‘Vida Simples’ deste mês, que estampa: ‘Insatisfação. Por que sempre temos a sensação de que alguma coisa está faltando em nossa vida?’. A publicação nos convida a algumas reflexões. Por exemplo, sobre saber diferenciar o ‘querer’ do ‘precisar’ e o ‘ter’ do ‘ser’.

O que queremos nem sempre precisamos e o que precisamos nem sempre queremos. Para desvendar essa equação, é importante que façamos um exercício de autoconhecimento, reconhecendo limites para o que é possível e para o que é impossível e entedendo que frustrações ocorrerão e delas virão grandes aprendizados.

Ter tudo não é possível, mas ter o necessário é importante. Ser uma pessoa íntegra é fundamental. Que tal resolver essa questão utilizando uma palavra híbrida: ‘tecer’. Para que possamos ter e ser na medida certa, tecendo, assim, um mundo melhor.

VOCÊ, PAI/MÃE
Educa seus filhos entendendo que a frustração é inevitável à vida? Discute com ele sobre os apelos midiáticos e qual olhar devemos ter em relação a isso? Fala sobre virtudes?

O TER, O SER E O TECER - PROFESSORES

Você já teve a sensação de que está faltando alguma coisa para ser plenamente feliz e satisfeito? Pois, acalme-se. Esse sentimento atinge grande parte da humanidade em tempos contemporâneos. Mais que isso: vencer essa situação é dos maiores desafios nos dias de hoje.

A sociedade de consumo nos estimula a ter cada vez mais. Aquele tênis comprado no mês passado já não satisfaz tanto quanto o que acabou de ser lançado e sempre somos convidados a adquirir mais e mais. Por outro lado, a aquisição de um bem material não supre totalmente esse desejo, pois muito em breve novamente seremos estimulados a adquirir outros.

Soma-se a isso uma demanda crescente pela competição. São os estudos curriculares, os cursos extracurriculares, as capacitações, as especializações, os diferenciais diversos etc. Sem contar o necessário espaço do lazer e do descanso. Parece que sempre estamos em débito com a vida e a vida, por sua vez, em débito conosco.

Esse tema foi capa da revista ‘Vida Simples’ deste mês, que estampa: ‘Insatisfação. Por que sempre temos a sensação de que alguma coisa está faltando em nossa vida?’. A publicação nos convida a algumas reflexões. Por exemplo, sobre saber diferenciar o ‘querer’ do ‘precisar’ e o ‘ter’ do ‘ser’.

O que queremos nem sempre precisamos e o que precisamos nem sempre queremos. Para desvendar essa equação, é importante que façamos um exercício de autoconhecimento, reconhecendo limites para o que é possível e para o que é impossível e entedendo que frustrações ocorrerão e delas virão grandes aprendizados.

Ter tudo não é possível, mas ter o necessário é importante. Ser uma pessoa íntegra é fundamental. Que tal resolver essa questão utilizando uma palavra híbrida: ‘tecer’. Para que possamos ter e ser na medida certa, tecendo, assim, um mundo melhor.

VOCÊ, PROFESSOR
Privilegia posturas de compartilhamentos em relação à competição? Estimula seus alunos a entender necessidades e vontades? Promove uma visão de grupo na classe?

O TER, O SER E O TECER - ALUNOS

Você já teve a sensação de que está faltando alguma coisa para ser plenamente feliz e satisfeito? Pois, acalme-se. Esse sentimento atinge grande parte da humanidade em tempos contemporâneos. Mais que isso: vencer essa situação é dos maiores desafios nos dias de hoje.

A sociedade de consumo nos estimula a ter cada vez mais. Aquele tênis comprado no mês passado já não satisfaz tanto quanto o que acabou de ser lançado e sempre somos convidados a adquirir mais e mais. Por outro lado, a aquisição de um bem material não supre totalmente esse desejo, pois muito em breve novamente seremos estimulados a adquirir outros.

Soma-se a isso uma demanda crescente pela competição. São os estudos curriculares, os cursos extracurriculares, as capacitações, as especializações, os diferenciais diversos etc. Sem contar o necessário espaço do lazer e do descanso. Parece que sempre estamos em débito com a vida e a vida, por sua vez, em débito conosco.

Esse tema foi capa da revista ‘Vida Simples’ deste mês, que estampa: ‘Insatisfação. Por que sempre temos a sensação de que alguma coisa está faltando em nossa vida?’. A publicação nos convida a algumas reflexões. Por exemplo, sobre saber diferenciar o ‘querer’ do ‘precisar’ e o ‘ter’ do ‘ser’.

O que queremos nem sempre precisamos e o que precisamos nem sempre queremos. Para desvendar essa equação, é importante que façamos um exercício de autoconhecimento, reconhecendo limites para o que é possível e para o que é impossível e entedendo que frustrações ocorrerão e delas virão grandes aprendizados.

Ter tudo não é possível, mas ter o necessário é importante. Ser uma pessoa íntegra é fundamental. Que tal resolver essa questão utilizando uma palavra híbrida: ‘tecer’. Para que possamos ter e ser na medida certa, tecendo, assim, um mundo melhor.

VOCÊ, ALUNO
Precisa de muitas coisas materiais para ser feliz? Reflete sobre o equilíbrio entre bens de consumo e valores pessoais? Busca viver em grupo respeitando as diferenças entre as pessoas?

terça-feira, 27 de março de 2012

PRIMEIRO SEMINÁRIO | Bauru prestigia evento OPEE

A primeira edição do seminário Formar para Transformar, que está sendo realizado este ano pela Metodologia OPEE junto a professores de diversas disciplinas, começou bem. Palestrantes e educadores passaram a tarde toda da última sexta-feira, dia 23, refletindo sobre os caminhos da educação contemporânea.

O encontro lotou o auditório do Colégio Anglo Bauru com representantes de escolas da região. Nas palestras, temas como valores, empreendedorismo, formação humanística e uso das tecnologias para unir aluno, escola e família foram apresentados.

As próximas edições do seminário, voltado a todo o corpo docente das escolas parceiras OPEE e convidadas, acontecem em 13 de abril, na zona sul de São Paulo, e 14 de abril, em Santos.

terça-feira, 20 de março de 2012

Declaração Universal dos Direitos da Água

    Em 22 de março de 1992, foi redigida pela ONU (Organização das Nações Unidas), a Declaração Universal dos Direitos da Água, composta de dez artigos muito importantes para reflexões e atitudes de todos os povos do planeta. Veja:

    Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

    Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

    Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

    Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

    Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

    Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

    Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

    Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

    Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

    Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

PAIS | Água, tudo a ver com você

Água se escreve com poucas letras mas sem ela não haveria nenhuma palavra, nenhum alfabeto, nenhuma ação humana porque nela nasceu e se mantém a vida. Foi na água que surgiram as primeiras células até que a evolução permitisse toda a diversidade que há hoje. E é na água que a vida se refaz.

Em 1992, a ONU (Organização das Nações Unidas) escolheu 22 de março como o Dia Mundial da Água, data em que se concentram discussões sobre temas globais envolvendo essa dádiva preciosa. Discussões mais que pertinentes, já que apenas 3% do total de água de nosso planeta é potável (própria para o consumo), e com a poluição de mananciais esse percentual pode diminuir.

O Brasil ocupa uma posição central nesse tema. Nosso país tem nada menos que a maior reserva de água doce líquida do mundo. E temos, portanto, uma enorme responsabilidade em preservar esse privilégio planetário como um recurso de uso sustentável a todos os brasileiros.

Em suas áreas de atuação, todo e qualquer profissional precisa pensar na água. Desde o engenheiro ou urbanista que constrói sobre mananciais até o chefe de cozinha que prepara suas receitas (sempre usando água), passando pelo artista que escolhe as tintas que usará em suas obras ou o jornalista que escreverá uma reportagem a respeito do tema. Em tudo, a água está envolvida e usá-la corretamente é questão de sobrevivência.

Aproveite, portanto, esta Semana da Água para refletir sobre suas atitudes em todos os dias do ano. Para ajudá-lo, em um de nossos blogs, o www.opeemais.blogspot.com postamos a Declaração Universal dos Direitos da Água.

VOCÊ, PAI/MÃE | Que exemplo dá ao seu filho sobre o uso correto da água? Permite que se desperdice em sua casa? Ou busca maneiras de reaproveitamento e economia, evitando desperdiçar e dando um bom exemplo a todos?

PROFESSORES | Água, tudo a ver com você

Água se escreve com poucas letras mas sem ela não haveria nenhuma palavra, nenhum alfabeto, nenhuma ação humana porque nela nasceu e se mantém a vida. Foi na água que surgiram as primeiras células até que a evolução permitisse toda a diversidade que há hoje. E é na água que a vida se refaz.

Em 1992, a ONU (Organização das Nações Unidas) escolheu 22 de março como o Dia Mundial da Água, data em que se concentram discussões sobre temas globais envolvendo essa dádiva preciosa. Discussões mais que pertinentes, já que apenas 3% do total de água de nosso planeta é potável (própria para o consumo), e com a poluição de mananciais esse percentual pode diminuir.

O Brasil ocupa uma posição central nesse tema. Nosso país tem nada menos que a maior reserva de água doce líquida do mundo. E temos, portanto, uma enorme responsabilidade em preservar esse privilégio planetário como um recurso de uso sustentável a todos os brasileiros.

Em suas áreas de atuação, todo e qualquer profissional precisa pensar na água. Desde o engenheiro ou urbanista que constrói sobre mananciais até o chefe de cozinha que prepara suas receitas (sempre usando água), passando pelo artista que escolhe as tintas que usará em suas obras ou o jornalista que escreverá uma reportagem a respeito do tema. Em tudo, a água está envolvida e usá-la corretamente é questão de sobrevivência.

Aproveite, portanto, esta Semana da Água para refletir sobre suas atitudes em todos os dias do ano. Para ajudá-lo, em um de nossos blogs, o www.opeemais.blogspot.com postamos a Declaração Universal dos Direitos da Água.

VOCÊ, PROFESSOR | Que tal aproveitar esta semana para boas reflexões em suas aulas sobre o correto uso da água e como cada profissional pode contribuir com isso? Entre em nosso blog e discuta com seus alunos ações práticas de várias carreiras em defesa da água.